Marco Túlio Reis - Blog Oficial

Biografia, Artigos, cobertura de eventos e interatividade com os fãs do esporte. Obrigado pelo carinho! Visto por mais de 100 mil pessoas no Brasil. Contato: mtreis@yahoo.com

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18.08.07

Bem Vindos!

                                                                    


Aos amigos que sempre me acompanharam em todos estes anos de
estrada, chegou um espaço, para que possamos interagir sempre
em busca das melhores opiniões e sugestões sobre os principais temas
do mundo esportivo.

Um forte abraço para vocês,

Marco Túlio Reis

 

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Eventos Internacionais - Olimpíadas

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Olimpíadas 2008



 

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A Festa Olímpica

Olimpíadas de Pequim - 2008


 Os Melhores Momentos Olímpicos




* O excelente vôlei feminino exibido pela seleção nas Olimpíadas, acompanhado pelo Rei Gustavo da Suécia e a Rainha Silvia, de naturalidade brasileira, foi  visto em solo brasileiro, com mais um título no Final Four em Fortaleza. As outras seleções participantes foram Cuba, República Dominicana e Argentina.

* Basquete- Rick Rubio da seleção espanhola, entrou para a galeria dos recordes em Pequim. Aos 17 anos, tornou-se o jogador mais jovem a ganhar uma medalha Olímpica na modalidade. Kobe Bryant após o ouro em Pequim, entra no grupo seleto de jogadores do Dream Team, com a cobiçada medalha Olímpica e pelo menos três títulos na NBA. Michael Jordan, Magic Johnson, Scottie Pippen e Larry Bird são os outros membros exclusivos do Triple NBA Gold Club.

* Na 29ª Olimpíada, a China com uma população de 1,3 bilhão, conquistou a marca inédita de 51ª medalhas de ouro, investindo em esportes como boxe, vela, nado sincronizado, remo e tiro. Junto as suas modalidades mais populares como ginástica, levantamento de peso, tênis de mesa, badmington e saltos ornamentais, o país terminou em primeiro lugar, colocação inédita no quadro de medalhas. É um contraste em comparação com a Índia, nação com 1 bilhão de habitantes, que conquistou em Pequim, a 1ª medalha de ouro em uma Olimpíada. O custo total estimado pelos chineses na realização do evento girou em torno de U$40 bilhões, metade do custo previsto para as Olimpíadas de Londres em 2012.

* A seleção brasileira feminina de vôlei, obteve a 2ª melhor campanha em todas as Olimpíadas, apenas o Japão ganhou o ouro em 1976, sem perder nenhum set. Três jogadoras da seleção foram consideradas as melhores em Pequim, Paula Pequeno a mais valiosa (MVP), Fofão a melhor levantadora e Fabi, a melhor líbero.

* Números Olímpicos- Dos 204 países participantes, 86 ganharam medalhas. Foram estabelecidos 43 recordes mundiais e 132 Olímpicos. Outros destaques foram o jamaicano, Usain Bolt com medalhas de ouro no revezamento 4 x 100, 100 e 200 metros, nas últimas duas provas, o homem mais rápido do mundo. Elena Isinbaeva foi escolhida a musa do atletismo, com o recorde mundial no salto com vara, registrando a marca de 5,05m.

* A experiência de um ciclo Olímpico faz uma grande diferença. Aprimorada técnicamente, determinada, com equilíbrio e segurança emocional, a seleção brasileira de vôlei feminino saiu de um 4° lugar em Atenas, para o ouro em Pequim. O Brasil derrotou os EUA, em 4 sets na final, com parciais de 25/15, 18/25, 25/13 e 25/21. Confira no Placar Eletrônico.

* A seleção jogou bem, entretanto, os EUA produziu mais e venceu na final do vôlei masculino, o Campeão Olímpico e n°1 do Mundo, Brasil, em 4 sets. Foi o tira-teima das seleções com duas medalhas de ouro cada, em Olimpíadas. Leia a análise completa sobre o jogo no Placar Eletrônico.

* O choro alegre de Maurren Maggi no pódio, resume bem o significado deste resultado, a primeira medalha de ouro individual feminina brasileira, na história dos Jogos Olímpicos, a segunda de ouro em Pequim. No Ninho do Pássaro, a brasileira superou a russa Tatyana Lebedeva por 1 cm, com a marca de 7, 04 m e recolocou o atletismo em lugar de destaque. Desde as Olimpíadas de 1988, o Brasil não conquistava o ouro, Joaquim Cruz foi o último nos 800 metros rasos.

* O pesadelo de Atenas, transformou-se em sonho realizado na Arena Wukesong. O Dream Team recuperou a medalha de ouro, ao derrotar pela segunda vez no torneio, a Campeã Mundial Espanha. A redenção, foi obtida graças aos melhores jogadores do mundo, como Kobe Bryant, Lebron James e Dwayne Wade. Impor o seu estilo de jogo, era a meta principal do time norte-americano em Pequim, fazendo de sua defesa, a grande fonte de energia para superar os adversários. O Coach K sabia que no ataque, os seus talentos individuais eram insuperáveis. Em uma partida de fortes emoções e muito equilibrada, a Espanha teve chances de vencer até 2m 28s do último período, quando perdia por 108 a 104. Na jogada seguinte, Dwayne Wade com um arremesso tridimensional, definiu o jogo. Este departamento favoreceu ao Dream Team, foram 13 arremessos de 3 pontos convertidos, contra 8 da Espanha. A Espanha, dominou os rebotes, mas neste fundamento nem todas as oportunidades foram convertidas, placar final 118 a 107. Rudy Fernandez, Paul Gasol e Juan Carlos Navarro lideraram os espanhóis, com 22, 21 e 18 pontos, respectivamente. No Dream Team, Dwayne Wade, Kobe Bryant e Lebron James foram os cestinhas com 27, 20 e 14 pontos. A campanha dos sonhos terminou dourada, invicta e com 8 vitórias. Em outra curiosidade Olímpica, a equipe venceu por uma margem de 27,9 pontos, média por partida.

* A lutadora brasileira Natália Falavigna, de 24 anos, conquistou a medalha de bronze no Tae Kwon do, ao derrotar na categoria acima de 67 kilos, a sueca Karolina Kedzierska. Foi a sua segunda participação em Olimpíadas, após ter chegado às semifinais em Atenas.

* O Brasil ganhou duas medalhas no vôlei de praia. Márcio Araújo/ Fábio Luiz ficaram com a prata, ao perderem para os americanos Dalhausser/ Rogers no set desempate. Ricardo/ Emanuel conquistaram o bronze, na vitória sobre os brasileiros naturalizados georgianos, Renato "Geor"/ Jorge "Gia" em dois sets. Leia no Placar Eletrônico.

* Os velejadores Robert Scheidt/ Bruno Prada conquistaram a medalha de prata na classe Star. Foi um longo caminho percorrido pela dupla, na primeira regata terminaram em 10° lugar e por 9 etapas foram subindo de produção. Os suecos Look/ Ekstrom, detentores da prata até a regata da medalha, ficaram em último lugar, enquanto os brasileiros terminaram em segundo. A 5ª medalha de bronze no horizonte brasileiro em Pequim, foi conquistada por Isabel Swan e Fernanda Oliveira, na classe 470, disputada em Qingdao. Agora, a vela é a modalidade com o maior número de medalhas Olímpicas para o Brasil, com um total de 16.

* César Cielo venceu a prova dos 50 metros e obteve a 1ª medalha de ouro Olímpica na história da natação brasileira, com o tempo de 21s 30. Esta foi a 11ª medalha obtida pela modalidade em Jogos Olímpicos. O paulista de Santa Barbara D' Oeste, ganhou também a medalha de bronze nos 100 metros nado livre. O nadador de 21 anos, treina em Auburn, no Estado do Alabama, onde também cursa administração de empresas.

* O Cubo D'Água teve um dono, o norte-americano Michael Phelps, maior nadador e atleta Olímpico de todos os tempos. Após 8 medalhas e 8 recordes mundiais em Pequim, Phelps ultrapassou a marca de Mark Spitz na prova dos 4 x 100 Medley. Desde 1972, Mark Spitz detinha o recorde de 7 medalhas em uma só Olimpíada, obtido em Munique. Phelps chegou a um total de 14 medalhas de ouro, em uma carreira de 3 Olimpíadas, Sydney, Atenas e Pequim.

* O judô mais uma vez, abrilhantou a presença brasileira em Pequim, com a terceira medalha de bronze. No feminino, Ketleyn Quadros se classificou para as Olimpíadas após Danielle Zangrando, se lesionar no processo seletivo e fez história, ganhando a 1ª medalha olímpica na história do judô feminino e nossa 1ª em Pequim. Ketleyn conseguiu o feito, ao derrotar a australiana Maria Pekli, na categoria peso leve. Logo depois, foi a vez de Leandro Guilheiro repetir a fórmula de Atenas. Por ippon, bateu o iraniano Ali Malomat e garantiu o seu 2° bronze consecutivo em Olimpíadas. Na categoria meio-médio, Tiago Camilo conseguiu o terceiro bronze para o Brasil, ao derrotar o holandês Guillaume Elmont. O judoca campeão mundial, havia sido prata em Sydney.


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17.08.07

Marco Túlio em Suas Transmissões

Estádio Olímpico de Roma

Pan e Pré-Olímpico

Liga dos Campeões - Paris


Destino de Prata e um Bronze para o Brasil


* Em campo, o futebol alegre, vistoso e show da seleção feminina, contra a tática dos fundamentos, de contra-atacar a mentalidade ofensiva da seleção brasileira e explorar o erro. No Estádio dos Trabalhadores, em Pequim, aconteceu a reedição da última final em Atenas, quando a seleção americana venceu na prorrogação com um gol de Kristine Lilly. Após a vitória do Brasil na semifinal da Copa do Mundo, em 2007, os EUA haviam vencido os últimos 3 confrontos por 1 a 0 e o destino se encarregou de trazer o quarto jogo, pelo mesmo placar. O Brasil jogou melhor, mesmo diante de uma implacável marcação americana e criou várias oportunidades, usando a habilidade do futebol brasileiro para abrir a defesa adversária. Boa parte da vitória dos EUA, pode ser creditado a excelente atuação de Solo, a goleira americana e o seu o show a parte. No primeiro tempo, Marta por duas vezes bateu a porta do gol e Cristiane uma, mas lá estava ela. No segundo tempo, na jogada mais bonita da partida, Marta se livrou em lance individual primoroso de duas adversárias e dentro da área em boas condições de marcar, parou no reflexo de Solo. Na prorrogação, o Brasil foi surpreendido por um chute de fora da área desferido por Carly Loyd, logo aos 5 minutos. Foi um duro golpe com pouco tempo para a reação, aliada a sensação do ouro escapando pelas mãos. O Brasil foi à luta e teve por empatar o jogo, em uma sequência de 3 escanteios. Renata Costa acertou a rede, pelo lado de fora e Cristiane perdeu a última chance do empate. Os EUA, Tricampeões Olímpicos, tiveram uma bola na trave no final, entretanto, em minha observação aqui ficou a diferença: 7 chutes para uma seleção armada para jogar em contra-ataques e 6 para o Brasil, o time superior e mais ofensivo. Um chute a mais, um gol a mais e o ouro ficou para a seleção americana. O destino quis assim, um futebol de campeã e um resultado de prata.


* No Estádio Olímpico de Xangai, a seleção masculina conquistou a medalha de bronze, ao derrotar a Bélgica por 3 a 0. Foi a quarta medalha do futebol masculino em Olimpíadas, prata em 1984/1988 e bronze, em Atlanta 1996. O Brasil se movimentou no jogo, tocou a bola e procurou os espaços para chegar ao gol. Aos 27 minutos do 1° tempo, Rafinha cruzou e Diego entre dois defensores, anotou o primeiro gol da seleção. Substituto de Rafael Sobis, Jô estava atento e ampliou, após um rebote do goleiro Bailey, em chute de Rafinha, aos 44 minutos do 1° tempo. Nos acréscimos da segunda etapa, Jô recebeu lançamento e voltou a marcar, decretando o placar final. A Argentina conquistou o bicampeonato Olímpico, ao derrotar a Nigéria, por 1 a 0 com um gol de Di Maria.

 

    Um Giro Com Os Últimos Campeões

* No Brasileirão, estes foram os últimos campeões: 2001- Atlético PR; 2002- Santos; 2003- Cruzeiro; 2004- Santos; 2005- Corinthians; 2006- São Paulo; 2007- São Paulo; 2008- São Paulo


Jogos Olímpicos 2008,Um Negócio da China


* Um grande espetáculo chegou ao fim, as Olimpíadas de Pequim. Um total de 7 cidades sediaram o evento: Pequim, Quingdao, Qinhuangdao, Shenyang, Tianjin, Hong Kong e Xangai. Foram mais de 300 eventos, trinta e uma modalidades esportivas, com a participação de número superior a 10 mil atletas. A delegação brasileira foi composta por cerca de 277 atletas, 145 homens e 132 mulheres, representando o país neste período. Nos Jogos de Atenas, em 2004, o Brasil obteve um total de 10 medalhas, sendo cinco de ouro, duas de prata e três de bronze, na 16ª colocação. Em Pequim, o Brasil somou três medalhas de ouro, quatro de prata e oito de bronze, na 23ª colocação geral. No Quadro de medalhas: 1° China- 51 ouros, 21 pratas e 28 bronzes; 2° EUA- 36 ouros, 38 pratas e 36 bronzes; 3° Rússia- 23 ouros, 21 pratas e 28 bronzes.

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13.08.07

Placar Eletrônico - Seleções Brasileiras

                                 

                                         A Virada do Vôlei

Seleção Feminina de Basquete             Seleção Feminina de Vôlei

                   Vôlei de Praia                Seleção Masculina de Vôlei


* Em sua despedida após 4 derrotas nas Olímpiadas de Pequim, o Brasil realizou a sua melhor partida e terminou com a sua única vitória no torneio, ao superar a Bielorússia por 68 a 53. Na disputa pela medalha de ouro, a seleção americana derrotou a australiana por 92 a 65. Kara Lawson, Candace Parker e Lisa Leslie, foram as cestinhas do time campeão, com 15 e 14 pontos cada, respectivamente. A Rússia derrotou a China por 94 a 81 e ficou com o Bronze.


* É OURO! Uma seleção de ponta, deve ter boas ponteiras. Invicta, forte e jogando o melhor voleibol do mundo, a seleção feminina ganhou pela 1ª vez em sua história, a medalha de ouro Olímpica. Anteriormente, o Brasil havia conquistado duas medalhas de bronze, uma em Atlanta (1996) e outra em Sydney (2000). Em Atenas, ficou apenas em um singelo 4° lugar. Foi uma vitória de uma seleção aprimorada neste último ciclo Olímpico, especialmente pelas entradas de Sheila e Paula Pequeno. As duas foram as melhores pontuadoras do Brasil, com 19 e 16 pontos, respectivamente. Outro aspecto de ótimo funcionamento no jogo do Brasil, esteve no bloqueio, fundamento vencido por 16 a 5. Este ouro nunca foi duvidoso, nem mesmo quando a seleção feminina perdeu o segundo set, o seu primeiro em toda a competição, devido a uma instabilidade na recepção de saque. Mari foi vital ao rendimento do Brasil, virando bolas importantes e colaborando no processo evolutivo desta vitoriosa campanha brasileira. Confira a incrível trajetória da seleção brasileira, medalha de ouro em Pequim: 1ª rodada- Brasil 3 x 0 Argélia (25/11, 25/11 e 25/10); 2ª Rodada- Brasil 3 x 0 Rússia (25/14, 25/14 e 25/16); 3ª Rodada- Brasil 3 x 0 Sérvia (25/15, 25/13 e 25/23); 4ª Rodada- Brasil 3 x 0 Cazaquistão (25/13, 25/6 e 27/25); 5ª Rodada- Brasil 3 x 0 Itália ( 25/16, 25/22 e 25/17); Quartas-de-final- Brasil 3 x 0 Japão (25/12, 25/20 e 25/16); Semifinal- Brasil 3 x 0 China ( 27/25, 25/22 e 25/14); Final- Brasil 3 x 1 EUA (25/15, 18/25, 25/13 e 25/21).


* O vôlei masculino retornou à mais uma final Olímpica e enfrentou os EUA, campeões da Liga Mundial. O time de Bernardinho enfrentou uma equipe veterana, com 7 jogadores acima dos 30 anos. Ball, Lambourne e Hoff, fizeram um pacto de nesta última Olímpíada, demonstrar um incrível espírito de equipe. A seleção fez o possível, jogou bem e ainda assim, foi insuficiente para conter o volume de jogo americano. A excelente recepção de saque e passe na mão de Lloy Ball, deram uma vantagem muito grande ao time americano e o havaiano, Clay Stanley foi considerado o melhor jogador de vôlei em Pequim e maior pontuador do torneio. Os esforços dos quatro fantásticos Giba, Dante, Gustavo e Murilo, notáveis com um total de 55 pontos, renderam ao Brasil apenas um set nesta final Olímpica, com parciais de 20/25, 25/22, 25/21 e 25/23. A seleção americana conquistou a terceira medalha de ouro e terminou a competição invicta com 8 vitórias, a brasileira encerrou sua participação, com 6 vitórias e duas derrotas, para a Rússia e EUA. Os russos venceram a Itália por 3 a 0 e ficaram com o bronze.


* Vôlei de Praia: A modalidade trouxe até hoje para o país em Olimpíadas, duas medalhas de ouro, quatro de prata e uma de bronze. Pela 4ª Olimpíada consecutiva, o vôlei de praia, considerando as duplas masculinas e femininas, conquistou medalhas para o Brasil.


Masculino: * Na Arena de Vôlei Chaoyang, nós tivemos a definição das medalhas de ouro, prata e bronze. A dupla Márcio Araújo/ Fábio Luiz começou bem, o confronto contra os americanos Dalhausser/ Rogers pela medalha de ouro. Cheios de energia, chegaram a abrir uma vantagem de 8 a 2 no 1° set e pareciam estar em comando, contudo, o saque de 94 km2 de Dalhausser começou a fazer efeito e os brasileiros tiveram problemas na recepção e passes. Os americanos viraram o placar e terminaram o 1° set em 23/21. A combinação forte dos brasileiros, saque do Márcio e bloqueio de Fábio Luiz, surtiu efeito na vitória do 2° set, por 21/17. Quanto tudo parecia favorecer os brasileiros no set desempate, veio uma mudança de postura e desânimo com os primeiros pontos consecutivos no saque de Dalhausser. O norte-americano de 2,06 m, sacava e bloqueava as ações dos brasileiros na rede e terminou como o grande destaque, totalizando 9 bloqueios contra 4 de Fábio Luiz na partida. O tie-break terminou em 15/ 4, favorável aos americanos, donos do ouro e a nossa dupla, dona da prata. Na decisão do Bronze, Ricardo/ Emanuel não tiveram dificuldades para derrotar os brasileiros naturalizados georgianos, Renato " Geor"/ Jorge "Gia". Em apenas 36 minutos de jogo, Ricardo conquistou a sua 3ª medalha Olímpica, mesmo disputando a competição, em recuperação de uma lesão no pé esquerdo. A dupla esteve focada o tempo inteiro no objetivo e mais uma vez subiu ao pódio, foram campeões Olímpicos em 2004.


Feminino: * Renata e Talita- ouro em Xangai e prata nas etapas de Barcelona e Adelaide no Circuito Mundial. Ao manter um bom saque, ataque em sintonia e fazer defesas sensacionais, a dupla nº 1 do ranking mundial, Walsh/ May teve uma leitura de jogo predominante e obrigou a dupla brasileira, a ganhar os seus pontos em rallies sucessivos. O desgaste das brasileiras foi óbvio e as americanas venceram por 21/12 e 21/14. Foi a segunda dupla brasileira eliminada pelas americanas. As adversárias pela medalha de bronze, foram Chen Xue e Xi Zhang da China. Sem uma boa recepção de saque e cometendo alguns erros cruciais, as cariocas perderam em dois sets, parciais de 21/19 e 21/17. Pela 1ª vez, o vôlei de praia feminino não subiu ao pódio, desde 1996, em Atlanta. A dupla Walsh/ May ficou com a medalha de ouro, ao derrotar Tian/ Wang da China, com parciais de 21/18, nos dois sets.


* Larissa e Ana Paula- As duas sentiram a falta de entrosamento atuando contra as atuais n° 1 do ranking mundial e campeãs Olímpicas, Walsh e May. No primeiro set, as brasileiras saíram na frente e ainda fizeram um jogo mais equilibrado, mas depois o domínio das americanas ficou evidente. Com parciais de 21/18 e 21/15, as americanas chegam à semifinal e as brasileiras adiam o sonho Olímpico.


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